domingo, 27 de abril de 2014

Vencemos! A Anatel aprovou a Internet de qualidade para todos!


Incrível vitória! O Conselho da Anatel aprovou o texto com os padrões mínimos de qualidade para Internet! As telecoms terão que cumprir regras mais rigorosas para garantir melhores serviços aos consumidores. Os novos padrões obrigatórios de velocidade mínima e média acabarão com o pesadelo de milhões de consumidores que recebem uma Internet lenta. Essa é uma fabulosa vitória para todos os brasileiros! Obrigada pelo apoio de todos os membros que enviaram quase 60 mil mensagens ao Conselho da Anatel!

As empresas de Internet estão fazendo lucros imensos, mas enganando seus clientes em relação a uma Internet rápida e confiável. Finalmente o governo quer intervir e regulamentar, mas ele precisa de um protesto em massa do público para abafar o lobby das telecoms que são contra a regulação.

O serviço de internet é como um faroeste virtual - um mercado sem regulamentação do governo, onde o serviço é lento ou muitas vezes inexistente. Aqueles de nós que vivem no Norte do Brasil pagam três vezes mais pela Internet do que aqueles em São Paulo, mas o nosso serviço é quatro vezes mais lento. Enquanto isso, a Telefonica, sozinha, fez 4,3 bilhões de reais em lucros no ano passado.

Temos poucas horas até a votação crucial para o acesso à Internet rápida e confiável para todos - envie uma mensagem para a Anatel, a agência responsável por estabelecer os regulamentos, e em seguida, encaminhe este email para seus amigos e familiares.

NetMundial estimula internet para todos, sem a hegemonia dos EUA

Publicação: 24/04/2014 20:22 Atualização:

São Paulo - Uma internet distante da hegemonia de fato dos Estados Unidos e governada de forma multilateral: nesta direção aponta a cúpula NetMundial de São Paulo, que debate até quinta-feira o futuro da web.

Por razões sobretudo históricas, os Estados Unidos abrigam os principais organismos que administram os endereços, domínios, normas e protocolos da web, o que irrita há anos vários governos.

Mas um dos criadores da rede, o matemático e informático americano Vint Cerf, disse em entrevista à AFP que "é um mito" que os Estados Unidos controlem a Internet.

"Os Estados Unidos não controlam a Internet, isso é um mito. Talvez quando começaram a rodar os programas, há 40 anos, sim, mas agora não", afirmou o cientista, lembrando o "papel" chave do seu país na gestão de endereços e domínios na rede.

"A Internet é uma besta incomum devido ao seu caráter transnacional", defendeu Cerf, que defende um sistema multilateral e representativo na gestão da web.

No entanto, da presidente brasileira, Dilma Rousseff, a representantes da sociedade civil e de outros governos têm insistido na importância de uma governança "multilateral" para fortalecer a legitimidade da rede.

Sobretudo depois do escândalo da espionagem maciça dos Estados Unidos contra milhões de cidadãos de vários países e chefes de Estado e governo, como a presidente Dilma e a chanceler alemã, Angela Merkel, denunciado pelo ex-agente de segurança americano, Edward Snowden.

"Ninguém deveria duvidar do nosso compromisso com uma visão multilateral da governança da Internet e nosso apoio à NetMundial", disse o representante americano no encontro, o coordenador de cibersegurança da Casa Branca, Michael Daniel.

- Nenhum país com mais peso do que outro -

Mas Dilma Rousseff pediu que nenhum país tenha mais peso que outro na governança da Internet.

A presidente saudou, ainda, o anúncio recente de que Washington cederá a uma entidade multissetorial o controle da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), corporação internacional encarregada de administrar o sistema mundial de nomes de domínio na Internet.

Com sede na Califórnia, a ICANN tem estado sob a tutela do Departamento de Comércio americano, mas a partir de setembro de 2015, terá um novo sistema de governo através de uma entidade multilateral.

Rodrigo De la Parra, vice-presidente para América Latina da ICANN, celebrou a cúpula de São Paulo, um encontro que pela primeira vez na história dos encontros sobre Internet emitirá um documento de consenso.

Este documento estabelecerá as bases para a governança da Internet, assim como um mapa para o desenvolvimento futuro da rede. Representantes de mais de 80 países estão trabalhando ao lado de membros da sociedade civil, acadêmicos, técnicos e empresas vinculadas à rede.

O primeiro ponto dos princípios de governança é, precisamente, a multilateralidade.

"O desenvolvimento das políticas públicas internacionais e a governança da Internet deveria permitir a participação completa e balanceada de todos os atores ao redor do mundo", diz o fragmento do texto.

Nas discussões desta quinta-feira, as ideias mais apresentadas pela sociedade civil têm a ver com a participação global na governança da Internet, assim como uma representatividade não só dos governos, mas de toda a sociedade, cada vez mais conectada.

E também com a privacidade.

- Zelando pela privacidade -

Pontos como a segurança dos dados dos usuários perante ameaças de espionagem, o direito à privacidade, à liberdade de expressão e ao livre fluxo de informações estão na mesa e devem ter um lugar no documento comum a ser emitido no fim da cúpula.

A "governança" da Internet engloba todos estes assuntos sociais e políticos da rede, além de outros como a qualidade das conexões, o acesso ou a infraestrutura. Uma espécie de regulamentação global que servirá como guia para o desenvolvimento da rede.

Ao final da cúpula, os participantes devem declarar que "os direitos 'offline' das pessoas também devem ser protegidos online, segundo os convênios internacionais sobre os direitos humanos".

Também deve manifestar o direito de proteção "contra toda forma de coleta ilegal ou arbitrária de dados", em clara alusão à espionagem americana e ao crime cibernético.

A cúpula termina esta noite com a emissão do documento.

COMO OFERECER UM BOLO DE ANIVERSÁRIO EM FORMA DE POSTAL VIRTUAL

Se gosta de surpreender os seus amigos ou familiares nos seus aniversários, eis um site bastante engraçado, que recomendo hoje, que nos permite, basicamente, escrever uma mensagem de Feliz Aniversário num postal virtual em forma de bolo. Chama-se Cakesy (veja o link mais baixo), é gratuito e tudo o que precisa de fazer é o seguinte:

1 - Escreva as suas mensagens em Line 1 Text e Line 2 Text.
2 - Escolha a cobertura do bolo (Chocolate, Strawberry = Morango, Blueberry = Mirtilo, Vanilla = Baunilha).
3 - Clique em Bake my cake (prepara o meu bolo).
4 - De imediato, o bolo com as suas mensagens fica pronto.
5 - Para guardar o bolo no seu pc, basta clicar com o botão do lado direito do rato e escolher a opção indicada.
6 - Se não quiser guardar, basta copiar o URL da imagem em Copy image link.

Clique no link mais abaixo para aceder ao Cakesy.

bolo aniversário mensagem postal virtual

Banda Larga De Pobre Se Chama Lan House

A universalização do acesso à banda larga transformou-se na última grande bandeira social do presidente Lula. Mas as próprias estimativas oficiais indicam que, para a ideia sair do papel, seriam necessários pelo menos 5 anos e, no mínimo, R$ 180 bilhões.
Para se ter, na prática, o acesso dos mais pobres a uma conexão veloz de internet, bastaria investir na rede de lan houses espalhada pelo país. Com muito menos dinheiro -aliás, com apenas uma pequena parcela daquela cifra bilionária- seria possível ampliar a rede, tirá-la da informalidade e sofisticá-la imediatamente.
São 108 mil lan houses e, só para dar uma medida de comparação, temos, em todo o país, menos de 20 mil agências bancárias.
Por essa rede, instalada nas periferias e nos bairros mais pobres, circulam 31 milhões de pessoas, o que representa, segundo o Ibope, 48% de todos os brasileiros que acessam a internet.
Do total de frequentadores das lan houses, 24 milhões são das classes C, D e E. É um espaço, como todos sabem, onde imperam os mais jovens. De cada dez adolescentes entre 10 a 15 anos, seis passam por lá.
A tradução é a seguinte: a inclusão digital no Brasil é um processo clandestino, sem nenhum incentivo do governo. Banda larga de pobre se chama lan house.
A imagem do negócio das lan houses é, no geral, ruim. Pais e educadores acreditam (e com boa dose de razão) que os jovens ficam nas lan houses jogando dinheiro fora em jogos, conversas em chats ou visitas a sites pornográficos.
Mas começa um movimento -que envolve as mais diferentes entidades e que tem ramificações no Congresso- para que o governo ofereça pacotes de incentivo para o mercado de lan houses. A contrapartida seria a exigência de um código de conduta, como, por exemplo, um filtro contra pornografia.
Pipocam aqui e ali experiências interessantes. Em algumas cidades, criou-se um vale-internet para estudantes -isso se houver na lan house a presença de um professor que tem como missão ajudar os alunos.
Na periferia de cidades do Nordeste, a prefeitura fez desses espaços um centro de atendimento da população -em Salvador, é possível iniciar ali o processo de alvará.
Já existe uma série de serviços oferecidos em lan houses: venda de crédito para celular, fax, gráfica, fotocópia, manutenção de computador. Existe até venda de passagem aérea.
Segundo propostas que tramitam no Congresso, um dos incentivos seria pagar os donos dos estabelecimentos se funcionarem também como uma espécie de "Poupatempo", o que aproximará o poder público do cidadão.
Discute-se a criação de um vale-internet, assim como se criou o vale-cultura. Há quem proponha que as lan houses não precisariam pagar pelas conexões, a serem bancadas pelos governos - existe um bilionário fundo para a democratização da informática (Fust), que já arrecadou R$ 8 bilhões e, por falta de regulamentação, não usou um único centavo.
A proposta mais interessante partiu da TV Cultura, que arregimentou parceiros de peso como o Comitê Gestor da Internet, Sesc, Senac, Itaú Cultural, Secretaria de Gestão do Estado de São Paulo, Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital, entre outros.
O que se pretende é colocar na barra de favoritos dos computadores das lan houses um botão que conduza a cursos profissionalizantes, programas educativos e cultura de qualidade. Quanto mais o botão fosse acionado, haveria mais prêmios para a casa.
Jovens seriam capacitados para o uso desses recursos e se tornariam monitores. Na cidade de São Paulo, a prefeitura criou um curso para a formação de agentes comunitários de comunicação. Tenho acompanhado a formação desses jovens de periferia que, em pouco tempo, aprendem como ensinar a usar melhor a internet.
Não estou defendendo aqui que não se amplie o acesso à internet. Só estou alertando para o desperdício - a grande praga do setor público.
Nessa área, o desperdício tem sido a regra, a começar com o Fust e seus R$ 8 bilhões parados. Pesquisas têm demonstrado que o computador nas escolas não está alterando o desempenho dos alunos - isso, claro, por falta de capacitação dos professores. Afinal, é mais fácil comprar máquinas que formar pessoas.
Tirar as lan houses da informalidade e transformá-las em centros comunitários digitais -e até em extensão das escolas- pode não ter o mesmo impacto de marketing que prometer a banda larga na casa das pessoas. No entanto, consegue, com rapidez e baixo custo, incluir mais pessoas na era do conhecimento, aproveitando toda a infraestrutura instalada.
PS - Coloquei no site, www.dimenstein.com.br, textos que detalham o perfil das lan houses no Brasil.

Governo estuda projeto de apoio a lan houses


O governo federal começa a estudar a elaboração de um projeto para qualificar as lan houses. A informação é do assessor especial da Presidência da República e coordenador das ações de inclusão digital, Cezar Alvarez. Segundo ele, o objetivo é facilitar o registro dessas pequenas empresas, que funcionam, em grande parte, informalmente, mas que são responsáveis por 50% dos acessos à internet no país, como apontam as pesquisas. 

Os estudos ainda estão na fase de diagnóstico, porém, já há uma determinação de que as lan houses não serão contempladas dentro do Programa Nacional de Telecentros, que pretende investir R$ 150 milhões em 2009 na construção de três mil unidades e apoiar, com equipamentos, conexão e monitores, os mais de cinco a 10 mil pontos em funcionamento no país, mantidos pelos governos federal, estadual e municipal e organizações da sociedade civil. A previsão é de que a minuta do projeto das lan houses fique pronta em dois a três meses. 

O coordenador do Comitê para Democratização da Informática representante de lan houses, Mário Brandão, acha que o apoio poderia vir mesmo do Programa Nacional de Telecentros, aproveitando experiências de sucessos já existentes no país. Ele citou casos de municípios do Nordeste, onde as prefeituras criaram uma espécie de “cheque conexão”, que é distribuído entre alunos das escolas públicas, para que possam acessar a internet nesses espaços. 

Brandão defende uma ampliação desse sistema de bolsas-inclusão para todo o país e, além do custo da hora de conexão, ele reivindica apenas a formação de profissionais na área. Ele ressalta que, por esse sistema, o governo terá redução de gastos de conexão e de compra de equipamentos. Outras vantagens apontadas dizem respeito aos computadores e programas mais modernos do que os oferecidos nos telecentros e a capacidade de atender, de imediato, um número maior de pessoas, já que existem mais de 100 mil lan houses espalhadas pelo país. “Nós temos mais de um milhão de máquinas, responsáveis por 30 milhões de acessos à internet, especialmente por pessoas de baixa renda”, disse. 

O argumento usado pelo governo de não incluir as lan houses no Programa Nacional de Telecentros, de que não pode colocar dinheiro público em estabelecimentos comerciais, é rebatido por Brandão. Segundo ele, o ProUni, programa que dá bolsa para estudantes carentes cursarem universidades particulares, é um bom exemplo de que isso é possível. Ele disse que o projeto que está sendo estudado pelo governo requer a participação do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ), que tem um ritmo muito aquém do que é necessário para atender ao setor. 

O governo já deu um sinal de que compreende a importância das lan houses na inclusão digital. Recentemente, alterou a classificação da atividade econômica desses estabelecimentos na Receita Federal de “casas de jogos” para “serviços”. “É um grande avanço”, reconhece Brandão, mas disse que falta modificar a definição interna da atividade e ampliar essa nova classificação para estados e municípios. 

O Projeto Nacional de Telecentros está em consulta pública até sexta-feira (29). São responsáveis pela coordenação geral da iniciativa os Ministérios das Comunicações, da Ciência e Tecnologia e do Planejamento, sendo este último o responsável pela coordenação executiva.

Lan House, A Universalização Dos Pobres


 A luta destes estabelecimentos para saírem da informalidade e promoverem a inclusão digital do país

No Brasil, existem cerca de 108 mil lan houses responsáveis por 69% dos acessos à internet das famílias de baixa renda (que recebem até R$810,00 por mês). Uma verdadeira ferramenta de inclusão digital que se encontra completamente desassistida com quase 95% dos estabelecimentos na informalidade. Só no Rio de Janeiro são três mil lan houses. E de acordo com uma pesquisa realizada pelo SEBRAE e pela Riosoft,em janeiro de 2010, pouco mais da metade das lan houses possuíam CNPJ, em 2009. No entanto nas regiões com maior poder aquisitivo da cidade como Centro e em Copacabana, 100% das casas tinham CNPJ, enquanto na Rocinha a proporção era de apenas 3,8%.

Esta informalidade ocorre porque falta uma política efetiva de regulamentação destes estabelecimentos que muitas vezes são alvos de preocupações quanto ao nível de segurança e considerados um ambiente propício à prática de crimes digitais e estímulos à violência como o uso de jogos, ou sites impróprios por menores. Também são vistos como motivo de evasão escolar, e estão proibidos de se estabelecerem próximos às escolas.

No entanto, ao contrário desta determinação, estes espaços deveriam ser utilizados como fonte de pesquisa e informação, o que não acontece, entre outros motivos , por conta da informalidade em que se encontram e da ausência de um projeto de inclusão digital que aproveite este ambiente público para promover uma formação e inclusão social aos seus usuários.

No Congresso Nacional a questão das lan houses está sendo debatida pela Comissão Especial de Centros de Inclusão Digital que elaborou um substitutivo ao projeto 4361/04 que passa a considerar as lan houses como centros de capacitação e informação, ao invés do estigma de “casa de jogos” do projeto original. Ele entrou em consulta pública no dia 14 de julho no site eDemocracia.gov.br e acredita-se que ele deva ser votado logo após às eleições.

Além desta questão nacional, no Rio, existe um obstáculo municipal para a legalização das lan houses: o decreto 29.881 que as enquadra como “casa de diversão” e não só cria uma série de exigências em relação às suas infraestruturas inviabilizando a regulamentação. Como proíbe as suas instalações, justamente nas favelas onde estes estabelecimentos funcionam como uma verdadeira ferramenta de universalização do acesso à banda larga.

Mudar este decreto e este tipo de designação é extremamente importante para incentivar os pequenos empreendedores donos destes estabelecimentos, que em sua maioria são os próprios moradores das comunidades. Além de esclarecer que o papel das lan houses pode e vai muito além do entretenimento. Elas podem atuar nas comunidades como centros de inclusão digital e lojas de conveniência digital prestando serviços variados e suprindo carências como a falta de pontos de cultura, bibliotecas e cinemas, por exemplo. Ao invés de serem subexploradas na sua capacidade de mobilização e difusão da informação.

PNBL: Lan house como ferramenta de universalização

O Plano Nacional de Banda Larga foi lançado em maio deste ano e em junho foi criado o Fórum Brasil Conectado. Mas, qual é o papel e a participação que está sendo designada às lan houses dentro deste processo de universalização?

Infelizmente, de acordo com o Consultor da Riosoft, Marcos Alberto Neme Ferreira, o PNBL não prevê a participação direta das lan houses na promoção da banda larga e nem existe representantes da categoria no Fórum Brasil Conectado.Para o coordenador da Riosoft, as lan houses responsáveis pela alfabetização digital da maior parte da população de baixa renda. “As lan houses têm cumprido o papel de ser o ponto de entrada no mundo da internet, para onde converge uma gama enorme de relações humanas atingindo cidadãos de todas as idades, das regiões mais carentes e permitindo o acesso tanto ao entretenimento, quanto ao setor profissional, além de pôr em prática o exercício da cidadania”, afirmou o Ferreira.

O PNBL prevê algumas medidas interessantes como os incentivos fiscais e financeiros para pequenos empreendedores, médios empresários e proprietários de lan houses através do BNDES. Mas, ainda falta olhar as lan houses como atores essenciais na universalização da internet.Existe uma enorme parcela de cidadãos que não dispõem de computadores e que poderia facilmente ser assistida por estes estabelecimentos se houvesse uma política pública dentro do plano nacional que discutisse , por exemplo, a aquisição de conjuntos de minutos que fossem direcionados para a realização de cursos e capacitações nestes espaços dentro das comunidades carentes.

Outra medida interessante que está sendo discutida agora no Senado, e que poderia ter propostas semelhantes já previstas no PNBL é o Vale Cultura, instituído pelo governo Lula, no valor de R$50,00 e destinado a trabalhadores que recebam até cinco salários mínimos. Este tipo de benefício , num primeiro momento, poderia ser viabilizado no Plano Nacional de Banda Larga para ser utilizado, também, nas lan houses.

O Instituto Telecom reconhece o papel atual das lan houses na promoção do acesso à internet, principalmente nas comunidades mais carentes e acredita que debater a sua participação na universalização da banda larga no Brasil é essencial e deve ser levado a sério pelo PNBL e pelo Fórum Brasil Conectado.

A importância das Lan Houses para a Inclusão Digital

Uma matéria interessante para pensarmos a importância das Lan Houses no processo de inclusão digital.

Imagem: fonte: www.humortadela.com.br


Lan House uma solução educacional para inclusão digital nas comunidades carentes As Lan House tem se transformado em um espaço de acesso democrático à internet, sobretudo nas periferias das grandes cidades. Muitos adolescentes passam horas ligados a redes sociais, jogos, sites de entretenimento entre outros.

A Lan House junto com os espaços de acesso a internet oferecido pelos organismos governamentais tem beneficiado muitos adolescentes a ter o seu 1º contato com a internet. Apesar disso, as Lan House vivem a margem da sociedade e muitas vezes são alvos de preconceitos e controle pelo poder publico.

Na Campus Party o painel de Politicas Publicas sobre Lan Houses discutiu a sua importancia social que leva acesso a internet a localidades onde não é oferecida pelo poder publico. Nossa entrevistada Daniela Silva, diretora da Esfera, falou sobre a evolução da Lan House no Brasil e destacou sua importancia na educação. Segundo ela, "a Lan House é igual a uma escola onde se aprende a desenvolver e ampliar o conhecimento" .

Ela também afirma ser contra a lei que decreta que o menor de idade não pode usar a Lan House por bastante tempo, "acho que as pessoas deveriam confiar mais nos jovens, pois alguns jovens são diferentes dos outros".

Ela ressaltou ainda a inportância das Lan House nas comunidades que não tendo muito acesso a internet em casa vêem nas Lans oportunidade de pesquisa e diversos outros trabalhos escolares. Perguntada sobre como a Lan House pode influenciar a vida das pessoas aqui no Brasil, a palestrante afirma que existe a 'proibição' no sentido de menores de idade usarem a Lan House com muita frequência, pois podem acessar sites proibidos, mas se posicionou contra essa proibição, por ententer que os jovens de hoje procuram a Lan House com objetivos bem definidos.

Sobre os motivos que motivou a criar o projeto sobre a Lan House em comunidades carentes, ela foi clara ao afirmar que esse projeto nasceu da necessidade de inclementar o uso das 'Lan' em diversas comunidades carentes, onde não se verifica o uso de computadores em domicilio.

Quanto a sua participação no Campus Party 2011, ela afirmou que é uma oportunidade de estar junto a comunidade virtual atuante, palestrando para pessoas diretamente ligadas ao mundo digital. A partir de entrevista realizada 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

História
  1. Igor Matheus


Kauan Vitor Walter



Elias Ribeiro



Kelvin Cenin





]Igor Zimolong Morais 
  1.                                                        

  2.                                                     Adriano

  3.                                                          

  4.                                                        Alan Costa
                                                          
    Alisson
  5.                                                          Carlos
                                                       Davi da Silva
                                                         Diego James
                                                          Carlos Eduardo
                                                              Eduardo
                                                                Emanuel
                                                            Everton
                                                                     Gabriel
                                                            Igor
                                                            Igor Santos
                                                                   Isaac
                                                     Jean Rodrigues

                                                       Jonas Marcelo
                                                      João Vitor
                                                             Kelvin
                                                          Léo Machado
                                                          Lucas Matos
                                                               Lucas Neri
                                                       Lucas Pacheco
                                                         Lucas Santos
                                                              Matheus Silva
                                                             Matheus
                                                          Rodrigo Nunes
                                                     Thiago Gabriel
                                                         Wederson Lima
                                                            Welinton
                                                           Weliton
                                                               Willian
                                                          Luiz Valter

Willy Nelson

Luis Guedes


JOÃO ANTONIO

História



TABELA DE PREÇOS

Internet ________________________ 1,00

Internet Com uso do fone de ouvido ________________  _ 1,50
Formatação Desktop ______________________________ 50,00
Formatação Notebook ____________________________  60,00
Jogos __  ________________________________________ 10,00 
Aplicativos __ ____________________________________ 20,00 
Limpeza de Sistema ______________________________  20,00
Baixamos mp3 e salvamos no pen driver 2 Gb__________15,00
Baixamos mp3 e salvamos no pen driver 4 Gb__________25,00
Baixamos mp3 e salvamos no Cartão de Memória 4 Gb__25,00
Baixamos mp3 e salvamos no Cartão de Memória 2 Gb__15,00
Baixamos Videos __________________________________ 5,00
enviamos Videos para o youtube ____________________  10,00
Fazemos Curriculum_______________________________ 3,00
Xeróx ____________________________________________ 0,25
Digitações_________________________________________2,00 
Consulta Multas ___________________________________3,00
Pesquisas ________________________________________   2,00


Nossos Jogos:

  •  Gta Sandreas
  • Gta Motoqueiro Fantasma
  • GTA Superman
  • GTA Batman
  • GTA III
  • Cros Fire Brasil
  • Tony Hank
  • Mortal Kombat
  • Laghaim online
  • Tarzan
  • Need For Espeed Undrground 2
  • Total Overdose
  • Counter Strike
  • Half Life
e-mail: estacaonet.lanhouse@hotmail.com
alcionesmorais@live.com
Telefone: 49 32223863
Endereço: Rua São Luiz Gonzaga 835 Bairro Santa Catarina Lages SC 
I.T.P

SUPERMERCADO REAL

                                                        Estação Net Lan House

Atendimento das 14:00 as 22:00



PROMOÇÃO CLIENTE FIDELIDADE
Acesse o mês de maio e ganhe 10 horas grátis no final do mês 

PROMOÇÃO Internet por apena R$ 1,00 a hora
Com o uso do fone de ouvido  R$ 1,50
Fazemos Curriculum por apena R$ 3,00


  1. Oferecemos internet em alta velocidade pelo melhor preço
  2. Pesquisas e trabalhos escolares
  3. Digitações
  4. Xeróx
  5. Fazemos Facebook, E-mail, Blogs, orientações sobre compras seguras pela internet.
  6. Enviamos e Recebemos E-mail
  7.  enviamos imagens para impressão Digital
  8. Instalação de Sistemas, Jogos  Programas e Aplicativos
  9. Formatação e atualização de Sistemas
  10. Instalação e atualização de jogos online
  11. Nossos Jogos:
  12.  Gta Sandreas
  13. Gta Motoqueiro Fantasma
  14. GTA Superman
  15. GTA Batman
  16. GTA III
  17. Cros Fire Brasil
  18. Tony Hank
  19. Mortal Kombat
  20. Laghaim online
  21. Tarzan
  22. Need For Espeed Undrground 2
  23. Total Overdose
  24. Counter Strike




Estamos desde 2009 oferecendo a melhor internet da regi~]ao pelo menor preço atendendo a comunidade carente, nossa politica oferecer um ambiente agradável para crianças e adolencentes

Câmara cobra explicações de ministros e ex-presidentes da Petrobras


O caso das denúncias de superfaturamento envolvendo negociações da estatal Petrobras continuam. A Câmara dos Deputados aprovaram os convites para o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli, além do ex-diretor do setor internacional da Petrobras, Nestor Cerveró e o minsitro da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams.

Esses nomes terão que explicar sobre a compra da refinaria norte-americana chamada Pasadena. As comissões de Desenvolvimento Econômico, de Relações Exteriores e de Fiscalização e Controle da Câmara votaram a favor dos convites.
A aprovação aconteceu nesta quarta-feira, dia 23 de abril. Mas, são convites e não convocações. Portanto, os envolvidos podem escolher se irão comparecer à Câmara ou evitar responder aos questionamentos dos deputados.
Desde o ano de 2006, quem comandava a Petrobras era Gabrielli. Naquela época, ele comprou 50% da refinaria Pasadena que pertencia à belga Astra Oil. O prejuízo nas negociações giram em torno de US$ 530 milhões à Petrobras. Cerveró já compareceu à Câmara e recebeu o convite pela segunda vez.
No dia 16 de abril, ele deu um depoimento dizendo que não houve intenção dos responsáveis da Petrobras nunca foi de enganar outras pessoas ao tomarem a decisão de esconder duas cláusulas importantes no contrato de compra da refinaria.
Quanto aos ministros Adams e Mantega, os questionamentos tem a ver com o envolvimento deles na formulação da ata de reunião do Conselho de Administração da Petrobras. Isso porque o documento avalizava a compra da Pasadena. De acordo com o deputado Vicentinho (PT-SP), Gabrielli se dispôs a dar depoimentos porque está seguro de seus argumentos.
O deputado acredita que existe compatibilidade entre a fala dele e da presidente Dilma Rousseff. O advogado de Cerveró também já declarou que o cliente não deixará de aceitar o convite da Câmara mesmo que seja pela segunda vez. Ele garante que Cerveró irá confirmar a transparência nas transações da Petrobras.
Gabrielli provocou a presidente Dilma dizendo que ela não deve fugir de suas responsabilidades. Já que, em 2006, Dilma era ministra-chefe da Casa Civil, além de presidir o Conselho de Administração da Petrobras. A presidente já respondeu a acusação de Gabrielli dizendo que aprovou a compra da refinaria em um relatório que foi manipulado.