domingo, 6 de novembro de 2016

Carro abandonado após acidendente

hoje domingo 06/11/2016 por volta das 10 horas, ao passar pela rua em frente a ABCelesc visualizei um veiculo monza envolvido em um acidente derrubando orelhão e batendo violentamente em um postte, estava ate aquela hora abandonado, o curioso é que já por volta das 6 da manha o veiculo já estava la


terça-feira, 21 de abril de 2015

domingo, 27 de abril de 2014

Vencemos! A Anatel aprovou a Internet de qualidade para todos!


Incrível vitória! O Conselho da Anatel aprovou o texto com os padrões mínimos de qualidade para Internet! As telecoms terão que cumprir regras mais rigorosas para garantir melhores serviços aos consumidores. Os novos padrões obrigatórios de velocidade mínima e média acabarão com o pesadelo de milhões de consumidores que recebem uma Internet lenta. Essa é uma fabulosa vitória para todos os brasileiros! Obrigada pelo apoio de todos os membros que enviaram quase 60 mil mensagens ao Conselho da Anatel!

As empresas de Internet estão fazendo lucros imensos, mas enganando seus clientes em relação a uma Internet rápida e confiável. Finalmente o governo quer intervir e regulamentar, mas ele precisa de um protesto em massa do público para abafar o lobby das telecoms que são contra a regulação.

O serviço de internet é como um faroeste virtual - um mercado sem regulamentação do governo, onde o serviço é lento ou muitas vezes inexistente. Aqueles de nós que vivem no Norte do Brasil pagam três vezes mais pela Internet do que aqueles em São Paulo, mas o nosso serviço é quatro vezes mais lento. Enquanto isso, a Telefonica, sozinha, fez 4,3 bilhões de reais em lucros no ano passado.

Temos poucas horas até a votação crucial para o acesso à Internet rápida e confiável para todos - envie uma mensagem para a Anatel, a agência responsável por estabelecer os regulamentos, e em seguida, encaminhe este email para seus amigos e familiares.

NetMundial estimula internet para todos, sem a hegemonia dos EUA

Publicação: 24/04/2014 20:22 Atualização:

São Paulo - Uma internet distante da hegemonia de fato dos Estados Unidos e governada de forma multilateral: nesta direção aponta a cúpula NetMundial de São Paulo, que debate até quinta-feira o futuro da web.

Por razões sobretudo históricas, os Estados Unidos abrigam os principais organismos que administram os endereços, domínios, normas e protocolos da web, o que irrita há anos vários governos.

Mas um dos criadores da rede, o matemático e informático americano Vint Cerf, disse em entrevista à AFP que "é um mito" que os Estados Unidos controlem a Internet.

"Os Estados Unidos não controlam a Internet, isso é um mito. Talvez quando começaram a rodar os programas, há 40 anos, sim, mas agora não", afirmou o cientista, lembrando o "papel" chave do seu país na gestão de endereços e domínios na rede.

"A Internet é uma besta incomum devido ao seu caráter transnacional", defendeu Cerf, que defende um sistema multilateral e representativo na gestão da web.

No entanto, da presidente brasileira, Dilma Rousseff, a representantes da sociedade civil e de outros governos têm insistido na importância de uma governança "multilateral" para fortalecer a legitimidade da rede.

Sobretudo depois do escândalo da espionagem maciça dos Estados Unidos contra milhões de cidadãos de vários países e chefes de Estado e governo, como a presidente Dilma e a chanceler alemã, Angela Merkel, denunciado pelo ex-agente de segurança americano, Edward Snowden.

"Ninguém deveria duvidar do nosso compromisso com uma visão multilateral da governança da Internet e nosso apoio à NetMundial", disse o representante americano no encontro, o coordenador de cibersegurança da Casa Branca, Michael Daniel.

- Nenhum país com mais peso do que outro -

Mas Dilma Rousseff pediu que nenhum país tenha mais peso que outro na governança da Internet.

A presidente saudou, ainda, o anúncio recente de que Washington cederá a uma entidade multissetorial o controle da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), corporação internacional encarregada de administrar o sistema mundial de nomes de domínio na Internet.

Com sede na Califórnia, a ICANN tem estado sob a tutela do Departamento de Comércio americano, mas a partir de setembro de 2015, terá um novo sistema de governo através de uma entidade multilateral.

Rodrigo De la Parra, vice-presidente para América Latina da ICANN, celebrou a cúpula de São Paulo, um encontro que pela primeira vez na história dos encontros sobre Internet emitirá um documento de consenso.

Este documento estabelecerá as bases para a governança da Internet, assim como um mapa para o desenvolvimento futuro da rede. Representantes de mais de 80 países estão trabalhando ao lado de membros da sociedade civil, acadêmicos, técnicos e empresas vinculadas à rede.

O primeiro ponto dos princípios de governança é, precisamente, a multilateralidade.

"O desenvolvimento das políticas públicas internacionais e a governança da Internet deveria permitir a participação completa e balanceada de todos os atores ao redor do mundo", diz o fragmento do texto.

Nas discussões desta quinta-feira, as ideias mais apresentadas pela sociedade civil têm a ver com a participação global na governança da Internet, assim como uma representatividade não só dos governos, mas de toda a sociedade, cada vez mais conectada.

E também com a privacidade.

- Zelando pela privacidade -

Pontos como a segurança dos dados dos usuários perante ameaças de espionagem, o direito à privacidade, à liberdade de expressão e ao livre fluxo de informações estão na mesa e devem ter um lugar no documento comum a ser emitido no fim da cúpula.

A "governança" da Internet engloba todos estes assuntos sociais e políticos da rede, além de outros como a qualidade das conexões, o acesso ou a infraestrutura. Uma espécie de regulamentação global que servirá como guia para o desenvolvimento da rede.

Ao final da cúpula, os participantes devem declarar que "os direitos 'offline' das pessoas também devem ser protegidos online, segundo os convênios internacionais sobre os direitos humanos".

Também deve manifestar o direito de proteção "contra toda forma de coleta ilegal ou arbitrária de dados", em clara alusão à espionagem americana e ao crime cibernético.

A cúpula termina esta noite com a emissão do documento.

COMO OFERECER UM BOLO DE ANIVERSÁRIO EM FORMA DE POSTAL VIRTUAL

Se gosta de surpreender os seus amigos ou familiares nos seus aniversários, eis um site bastante engraçado, que recomendo hoje, que nos permite, basicamente, escrever uma mensagem de Feliz Aniversário num postal virtual em forma de bolo. Chama-se Cakesy (veja o link mais baixo), é gratuito e tudo o que precisa de fazer é o seguinte:

1 - Escreva as suas mensagens em Line 1 Text e Line 2 Text.
2 - Escolha a cobertura do bolo (Chocolate, Strawberry = Morango, Blueberry = Mirtilo, Vanilla = Baunilha).
3 - Clique em Bake my cake (prepara o meu bolo).
4 - De imediato, o bolo com as suas mensagens fica pronto.
5 - Para guardar o bolo no seu pc, basta clicar com o botão do lado direito do rato e escolher a opção indicada.
6 - Se não quiser guardar, basta copiar o URL da imagem em Copy image link.

Clique no link mais abaixo para aceder ao Cakesy.

bolo aniversário mensagem postal virtual

Banda Larga De Pobre Se Chama Lan House

A universalização do acesso à banda larga transformou-se na última grande bandeira social do presidente Lula. Mas as próprias estimativas oficiais indicam que, para a ideia sair do papel, seriam necessários pelo menos 5 anos e, no mínimo, R$ 180 bilhões.
Para se ter, na prática, o acesso dos mais pobres a uma conexão veloz de internet, bastaria investir na rede de lan houses espalhada pelo país. Com muito menos dinheiro -aliás, com apenas uma pequena parcela daquela cifra bilionária- seria possível ampliar a rede, tirá-la da informalidade e sofisticá-la imediatamente.
São 108 mil lan houses e, só para dar uma medida de comparação, temos, em todo o país, menos de 20 mil agências bancárias.
Por essa rede, instalada nas periferias e nos bairros mais pobres, circulam 31 milhões de pessoas, o que representa, segundo o Ibope, 48% de todos os brasileiros que acessam a internet.
Do total de frequentadores das lan houses, 24 milhões são das classes C, D e E. É um espaço, como todos sabem, onde imperam os mais jovens. De cada dez adolescentes entre 10 a 15 anos, seis passam por lá.
A tradução é a seguinte: a inclusão digital no Brasil é um processo clandestino, sem nenhum incentivo do governo. Banda larga de pobre se chama lan house.
A imagem do negócio das lan houses é, no geral, ruim. Pais e educadores acreditam (e com boa dose de razão) que os jovens ficam nas lan houses jogando dinheiro fora em jogos, conversas em chats ou visitas a sites pornográficos.
Mas começa um movimento -que envolve as mais diferentes entidades e que tem ramificações no Congresso- para que o governo ofereça pacotes de incentivo para o mercado de lan houses. A contrapartida seria a exigência de um código de conduta, como, por exemplo, um filtro contra pornografia.
Pipocam aqui e ali experiências interessantes. Em algumas cidades, criou-se um vale-internet para estudantes -isso se houver na lan house a presença de um professor que tem como missão ajudar os alunos.
Na periferia de cidades do Nordeste, a prefeitura fez desses espaços um centro de atendimento da população -em Salvador, é possível iniciar ali o processo de alvará.
Já existe uma série de serviços oferecidos em lan houses: venda de crédito para celular, fax, gráfica, fotocópia, manutenção de computador. Existe até venda de passagem aérea.
Segundo propostas que tramitam no Congresso, um dos incentivos seria pagar os donos dos estabelecimentos se funcionarem também como uma espécie de "Poupatempo", o que aproximará o poder público do cidadão.
Discute-se a criação de um vale-internet, assim como se criou o vale-cultura. Há quem proponha que as lan houses não precisariam pagar pelas conexões, a serem bancadas pelos governos - existe um bilionário fundo para a democratização da informática (Fust), que já arrecadou R$ 8 bilhões e, por falta de regulamentação, não usou um único centavo.
A proposta mais interessante partiu da TV Cultura, que arregimentou parceiros de peso como o Comitê Gestor da Internet, Sesc, Senac, Itaú Cultural, Secretaria de Gestão do Estado de São Paulo, Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital, entre outros.
O que se pretende é colocar na barra de favoritos dos computadores das lan houses um botão que conduza a cursos profissionalizantes, programas educativos e cultura de qualidade. Quanto mais o botão fosse acionado, haveria mais prêmios para a casa.
Jovens seriam capacitados para o uso desses recursos e se tornariam monitores. Na cidade de São Paulo, a prefeitura criou um curso para a formação de agentes comunitários de comunicação. Tenho acompanhado a formação desses jovens de periferia que, em pouco tempo, aprendem como ensinar a usar melhor a internet.
Não estou defendendo aqui que não se amplie o acesso à internet. Só estou alertando para o desperdício - a grande praga do setor público.
Nessa área, o desperdício tem sido a regra, a começar com o Fust e seus R$ 8 bilhões parados. Pesquisas têm demonstrado que o computador nas escolas não está alterando o desempenho dos alunos - isso, claro, por falta de capacitação dos professores. Afinal, é mais fácil comprar máquinas que formar pessoas.
Tirar as lan houses da informalidade e transformá-las em centros comunitários digitais -e até em extensão das escolas- pode não ter o mesmo impacto de marketing que prometer a banda larga na casa das pessoas. No entanto, consegue, com rapidez e baixo custo, incluir mais pessoas na era do conhecimento, aproveitando toda a infraestrutura instalada.
PS - Coloquei no site, www.dimenstein.com.br, textos que detalham o perfil das lan houses no Brasil.

Governo estuda projeto de apoio a lan houses


O governo federal começa a estudar a elaboração de um projeto para qualificar as lan houses. A informação é do assessor especial da Presidência da República e coordenador das ações de inclusão digital, Cezar Alvarez. Segundo ele, o objetivo é facilitar o registro dessas pequenas empresas, que funcionam, em grande parte, informalmente, mas que são responsáveis por 50% dos acessos à internet no país, como apontam as pesquisas. 

Os estudos ainda estão na fase de diagnóstico, porém, já há uma determinação de que as lan houses não serão contempladas dentro do Programa Nacional de Telecentros, que pretende investir R$ 150 milhões em 2009 na construção de três mil unidades e apoiar, com equipamentos, conexão e monitores, os mais de cinco a 10 mil pontos em funcionamento no país, mantidos pelos governos federal, estadual e municipal e organizações da sociedade civil. A previsão é de que a minuta do projeto das lan houses fique pronta em dois a três meses. 

O coordenador do Comitê para Democratização da Informática representante de lan houses, Mário Brandão, acha que o apoio poderia vir mesmo do Programa Nacional de Telecentros, aproveitando experiências de sucessos já existentes no país. Ele citou casos de municípios do Nordeste, onde as prefeituras criaram uma espécie de “cheque conexão”, que é distribuído entre alunos das escolas públicas, para que possam acessar a internet nesses espaços. 

Brandão defende uma ampliação desse sistema de bolsas-inclusão para todo o país e, além do custo da hora de conexão, ele reivindica apenas a formação de profissionais na área. Ele ressalta que, por esse sistema, o governo terá redução de gastos de conexão e de compra de equipamentos. Outras vantagens apontadas dizem respeito aos computadores e programas mais modernos do que os oferecidos nos telecentros e a capacidade de atender, de imediato, um número maior de pessoas, já que existem mais de 100 mil lan houses espalhadas pelo país. “Nós temos mais de um milhão de máquinas, responsáveis por 30 milhões de acessos à internet, especialmente por pessoas de baixa renda”, disse. 

O argumento usado pelo governo de não incluir as lan houses no Programa Nacional de Telecentros, de que não pode colocar dinheiro público em estabelecimentos comerciais, é rebatido por Brandão. Segundo ele, o ProUni, programa que dá bolsa para estudantes carentes cursarem universidades particulares, é um bom exemplo de que isso é possível. Ele disse que o projeto que está sendo estudado pelo governo requer a participação do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ), que tem um ritmo muito aquém do que é necessário para atender ao setor. 

O governo já deu um sinal de que compreende a importância das lan houses na inclusão digital. Recentemente, alterou a classificação da atividade econômica desses estabelecimentos na Receita Federal de “casas de jogos” para “serviços”. “É um grande avanço”, reconhece Brandão, mas disse que falta modificar a definição interna da atividade e ampliar essa nova classificação para estados e municípios. 

O Projeto Nacional de Telecentros está em consulta pública até sexta-feira (29). São responsáveis pela coordenação geral da iniciativa os Ministérios das Comunicações, da Ciência e Tecnologia e do Planejamento, sendo este último o responsável pela coordenação executiva.