quarta-feira, 11 de maio de 2011

Especialistas apontam cinco tendências em tecnologia para 2011


Tendências da tecnologia
A consolidação dos vídeos sob demanda na internet e a possibilidade de pagamento, por parte de empresas pelas informações contidas em páginas pessoais de sites de relacionamento estão entre as cinco principais tendências em tecnologia para 2011, segundo um relatório divulgado nesta semana por uma organização norte-americana.
As outras três grandes tendências citadas pelo relatório, publicado anualmente pela Associação dos Consumidores de Produtos Eletrônicos (CEA, na sigla em inglês), são o uso de tecnologia verde, de aplicativos para smartphones e de banda larga móvel e 4G.
Outros temas quentes no setor atualmente - como os tablets (como o iPad), a tecnologia em 3D e os livros eletrônicos - não ganharam o mesmo destaque na relação divulgada pela CEA.
"A indústria tecnológica está sempre mudando, evoluindo e inovando", disse, Gary Shapiro, presidente da CEA. Para Shapiro, as ideias citadas no relatório estão "revolucionando nossas vidas e tendo impacto no mercado".
Segundo o documento, a vida atualmente está tão ligada à tecnologia que é difícil determinar se a tecnologia está nos guiando ou se é o contrário.
"A cada nova geração que usa a tecnologia de forma rotineira desde muito cedo, esta relação será cada vez mais próxima, fazendo que, no futuro, ambas as partes sejam invisíveis", afirma o relatório.
Tecnologia e privacidade
Sean Murphy, analista da CEA, alerta que as companhias que queiram utilizar informações pessoais colocadas online (em sites de relacionamento, por exemplo), deverão pagar por estas informações.
Murphy afirma, no entanto, que "a exploração de dados chegou para ficar. Há muito dinheiro em jogo para imaginar o contrário".
Frente aos problemas que o tema da privacidade gerou em sites como o Facebook, Murphy diz que o assunto continuará em alta em 2011, mas com a possibilidade de gerar ambições econômicas entre os usuários.
"As companhias vão usar este modelo, pois (o uso destes dados pessoais) se converte em uma transação na qual o consumidor autoriza o uso de suas informações como parte de um acordo de negócios", afirmou.
A organização de defesa de consumidores americana Consumers Watchdog disse à BBC que a ideia é positiva e acrescenta que, atualmente, as empresas "olham por cima do seu ombro quando você está online e você não tem ideia de que suas informações estão sendo compartilhadas".
Futuro do vídeo
De acordo com o relatório da CEA, 2011 será o ano da consolidação da tendência do vídeo sob demanda do usuário. Isto significa, segundo a associação, que "os consumidores vão se relacionar mais com programas, conteúdos e shows individuais do que com os canais ou agregadores que os transmitem".
O documento da CEA afirma ainda que os usuários vão "descobrir o conteúdo de forma proativa, vão recomendá-lo e assisti-lo em seu próprio tempo e no dispositivo de sua preferência, e não através de uma programação predeterminada".
A associação americana destaca também em seu relatório anual uma mudança de atitude no consumidor de vídeo, que tem origem na chegada do HD, a alta definição. Os usuários que assistem vídeos na internet, segundo a CEA, passaram do estágio em que assistiam apenas vídeos curtos para assistir programas de televisão ou filmes pela web.
Neste sentido, a CEA afirma que empresas como Apple, Google ou Amazon estão na vanguarda com os produtos que estão lançando para que, por meio de aplicativos, o conteúdo em vídeo possa ser visto na TV ou em dispositivos portáteis.
Banda larga móvel e 4G
O relatório da CEA dá como certa que a era dos smartphones já chegou, mas afirma também que em 2011 a conectividade com a internet por meio dos celulares começará a ser uma tendência importante.
A lógica é que mais pessoas serão atraídas para o mercado dos novos aparelhos e as pessoas vão começar a se desfazer dos cabos, dando preferência a tecnologia sem fios.
A introdução das redes de telefonia 4G, uma versão mais rápida que a 3G, também poderá fazer com que alguns usuários abandonem as conexões tradicionais de internet para conectar todos seus aparelhos de casa através da rede de celular.
A associação americana afirma que a porcentagem que fará esta mudança ainda será pequena, levando em conta que a infraestrutura poderia não atender as necessidades de internautas que gostam de jogos online ou transmitir muitos vídeos.
Mas, a CEA espera que, para 2016, uma grande porcentagem de pessoas adote a tecnologia 4G e a banda larga móvel em casa.
Tecnologia verde
A tecnologia será mais verde em 2011, segundo a Associação dos Consumidores de Produtos Eletrônicos.
A analista da associação, Jessica Booth, acredita que o preço alto da energia, a crise econômica e o apoio do governo dos Estados Unidos a inovações tecnológicas, trarão uma avalanche de criatividade "verde" na indústria.
"A tecnologia verde dá aos consumidores uma solução para sua voracidade energética frente a uma crise econômica e de recursos", afirmou.
A analista acredita que existirão mais opções de produtos ecológicos no mercado, pois as condições implicam que, pela primeira vez, a tendência "verde" também é um negócio.
Futuro dos aplicativos
Os aplicativos nos telefones inteligentes estão mudando a indústria e criando um novo modelo na internet. E a CEA acredita que esta tendência vai continuar crescendo em 2011.
Atualmente existem mais de 400 mil aplicativos disponíveis para vários celulares, em uma série de sistemas operacionais. E a vantagem é que estes aplicativos transformam um simples telefone celular em um videogame ou uma revista.
E, para repetir o sucesso em outros dispositivos, como televisores, os aplicativos terão que repetir esta fórmula, de conseguir transformar aparelhos em algo mais.
"O futuro dos aplicativos continuará gerando impacto e definindo a indústria da tecnologia de consumo", conclui a CEA.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tendencias-tecnologia-2011&id=010150101025

sábado, 7 de maio de 2011

Curso Gratuitos de Informática

Biblioteca Municipal oferece cursos de informática gratuitos

A Secretaria Municipal de Educação, juntamente com a Biblioteca Pública Municipal Carlos Dorval de Macedo realizam gratuitamente cursos de informática destinados à comunidade em geral. Os cursos oferecidos são de nível básico e avançado e fornecem certificados após sua conclusão.

A Secretaria de Educação disponibiliza o professor de informática e fornece também aos alunos as apostilas utilizadas nas aulas. O curso de nível básico teve início no dia 9 de fevereiro e terá duas turmas com até 20 alunos. As aulas acontecerão durante a semana, nas segundas, quartas e sextas-feiras, em dois horários, das 18h30min às 20h e das 20h15min às 21h45min.

O curso avançado iniciou no dia 10 de fevereiro com turma de 20 alunos e será realizado nas terças e quintas-feiras, às 18h30min. Também nas terças e quintas-feiras, a partir das 20h15min, acontecerão aulas de reposição para ambos os níveis.

Segundo o professor de informática Anderson Fonseca de Almeida, “no curso básico é realizado o acompanhamento desde os passos iniciais no computador. No avançado são trabalhados programas, computadores em rede e configuração de sistema operacional. Os cursos duram de três a quatro meses, dependendo da evolução dos alunos”. Os cursos são gratuitos e abertos a toda a comunidade. As matrículas estão abertas e podem ser feitas na Biblioteca Municipal. Informações: 3223 8057; e-mail: bibliolages@hotmail.com.

Redator: Arianne Oliveira
Fonte: Prefeitura Municipal de Lages

CENTRO DE INCLUSÃO DIGITAL

Os Centros de Inclusão Digital ou CIDs são laboratórios de informática criados para as comunidades carentes, com o objetivo de promover a inclusão digital de suas populações e estimular a responsabilidade social, o empreendedorismo e ampliar as noções de cidadania.
O projeto ganhou força e se tornou realidade em 2004, com a inauguração das primeiras unidades; em 2005, o número chegou a 40 unidades (uma próxima a cada escola da Fundação Bradesco). Em 2007 tivemos 89 CIDs espalhados pelo Brasil. Atualmente,  a Fundação conta com 113 Centros de Inclusão Digital, que prestaram mais de 166 mil atendimentos em 2010.
Cada CID funciona sob um conceito de auto-sustentabilidade com parcerias locais de entidades sem fins lucrativos, empresas, universidades, órgãos públicos, universidades, instituições, ONGs entre outros. Esses recursos visam a propiciar um ambiente virtual e presencial à comunidade local e um espaço de aprendizagem onde os alunos podem acessar os cursos da Escola Virtual e usufruir de recursos tecnológicos aos quais, normalmente, não teriam acesso.

Alunos do CID de Canuanã, TO O projeto CIDs nasceu a partir das parcerias que desde 1997 a Fundação Bradesco vem firmando com a secretaria de educação de Estado, empresas multinacionais do setor de Tecnologia da Informação (Microsoft, Cisco, Intel) e entidades internacionais como o MIT-Media Lab e o Museu da Ciências, de Boston. Essas parcerias contemplam o desenvolvimento de atividades pedagógicas e a formação de alunos-monitores que prestam serviços voluntários nos laboratórios de informática das escolas da Fundação. Recentemente os CIDs passaram a fazer parte de um projeto maior, que é o das Redes de Inclusão Social. A Fundação Bradesco está fomentando ações de responsabilidade social executadas por esses parceiros, utilizando a estrutura dos CIDs como centro de organização e apoio.